Lusco-fusco na lareira
Quase fria, apagada,
Sem tostão na algibeira
Vou seguindo minha estrada.
Já fui rico, quem diria,
E palácios freqüentei.
Hoje durmo na sarjeta
Sem contar com mais ninguém.
Esta vida é assim mesmo,
Quem espera, leva um não.
Sê feliz, conta contigo,
Todo resto é ilusão.
CESURA PARA CENSURA - por - KBÇAPOETA
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Pode ser meu eu,
Na luz do que sou,
desvelando ser,
revelando ter
Imaginação?
Posso ter meu eu,
Na sombra que fui,
Confessado ser,
Privado de ter
Imagi...
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