quinta-feira, 6 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Hermógenes
Por uma lei infalível,
cada um responde por seus atos, atraindo para si o bem ou o mal, a
bem-aventurança ou a amargura, o riso ou o pranto, como consequência exata e
justa...
É sábio nunca esquecer
isto, pois estamos sempre a atuar enquanto a vida durar.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Hermógenes
Ali está uma pedra. E eu
a estou vendo.
Enquanto houver um eu vendo, e uma pedra sendo vista, haverá ilusão.
Enquanto houver um eu vendo, e uma pedra sendo vista, haverá ilusão.
Quando o eu, a pedra
e o ato de ver formarem um só, então a ilusão se desfará e a Realidade
será.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Hermógenes
Não apares as ondas de
peito aberto e pé atrás.
Quando vier a onda,
mergulha ou mantém-te na crista, e vai até a praia, com a cabeça de fora.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
1º Período da Página 50
“Evidentemente,
o motorista é necessário, porque sabe o que está fazendo.”
A Cura Quântica - Deepak Chopra
Qual o 1º período da página 50 do livro que você está
lendo?
domingo, 28 de abril de 2013
Favela
Avisto ao longe um aglomerado de casas,
Tão iguais na cor tijolo das paredes sem reboco,
Diferentes no tamanho, disposição, número de pavimentos.
Algumas sobressaem por artefatos enfeitando as paredes.
Outras se escondem no fundo das vielas.
Favela...
Abrigam tanta gente, que é igual e diferente,
Irmãs nas dores de um presente sem futuro,
Diversas sendo o berço de sementes que vão brotar,
Apesar de nascerem em condições tão adversas,
Essa mesma dificuldade superada as fará belas.
Penso na energia que emana desse bairro,
Que no silêncio da madrugada esconde os gritos.
Tantos sonhos reprimidos, tantas mágoas,
Assombros, horrores, desenganos, um mundo desvalido.
Mas, entre tantos embriagados que só sofrem
Ainda há aqueles que insistem em viver,
Que fazem da dura escalada a sua sorte.
E, moldados pela restrição hão de crescer.
E sua força os guiará sempre em frente.
Sua vontade há de imperar na desolação.
Levarão com eles outros tantos seguidores
Menos obstinados, mas propensos à imitação.
E essas sementes explodirão em frutos doces,
Filhos de árvores majestosas com raízes muito fortes.
E é assim que esse Brasil de sul a norte
Através do seu povo se desenvolve.
O poder público amplia seu papel nesse momento,
Mas é a natureza de cada um que garantirá o crescimento.
Tão iguais na cor tijolo das paredes sem reboco,
Diferentes no tamanho, disposição, número de pavimentos.
Algumas sobressaem por artefatos enfeitando as paredes.
Outras se escondem no fundo das vielas.
Favela...
Abrigam tanta gente, que é igual e diferente,
Irmãs nas dores de um presente sem futuro,
Diversas sendo o berço de sementes que vão brotar,
Apesar de nascerem em condições tão adversas,
Essa mesma dificuldade superada as fará belas.
Penso na energia que emana desse bairro,
Que no silêncio da madrugada esconde os gritos.
Tantos sonhos reprimidos, tantas mágoas,
Assombros, horrores, desenganos, um mundo desvalido.
Mas, entre tantos embriagados que só sofrem
Ainda há aqueles que insistem em viver,
Que fazem da dura escalada a sua sorte.
E, moldados pela restrição hão de crescer.
E sua força os guiará sempre em frente.
Sua vontade há de imperar na desolação.
Levarão com eles outros tantos seguidores
Menos obstinados, mas propensos à imitação.
E essas sementes explodirão em frutos doces,
Filhos de árvores majestosas com raízes muito fortes.
E é assim que esse Brasil de sul a norte
Através do seu povo se desenvolve.
O poder público amplia seu papel nesse momento,
Mas é a natureza de cada um que garantirá o crescimento.
sábado, 13 de abril de 2013
Hermógenes
Quem pede está vazio.
Quem oferta tem para dar.
Não peças. Oferece.
Deixa o posto de mendicância.
Apanha a ferramenta.
Começa a poder dar.
Quem oferta tem para dar.
Não peças. Oferece.
Deixa o posto de mendicância.
Apanha a ferramenta.
Começa a poder dar.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Hermógenes
De tanto temer a
tempestade agitando os vagalhões, os iludidos - pobre cegos - não conseguem
imaginar a grande paz do fundo do mar.
O vendaval a destruir as casas não deixa ver a calma imperturbável reinante no cosmo.
O vendaval a destruir as casas não deixa ver a calma imperturbável reinante no cosmo.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Hermógenes
A única dor verdadeira - eu.
Apenas um verdadeiro mal - eu.
Só uma cruz eu vejo - eu.
A mais desgraçada de todas as distâncias - eu.
Não há outra doença senão - eu.
Quem usurpa minha essência? - eu.
Fragilidade, conflito, neurose são - eu.
Os grilhões que limitam são feitos de - eu.
Apenas um verdadeiro mal - eu.
Só uma cruz eu vejo - eu.
A mais desgraçada de todas as distâncias - eu.
Não há outra doença senão - eu.
Quem usurpa minha essência? - eu.
Fragilidade, conflito, neurose são - eu.
Os grilhões que limitam são feitos de - eu.
Mas, o que mais admiro, a
quem mais sirvo, alimento e defendo, ainda, infelizmente, é - meu eu.
Este é o drama de todos
os homens.
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