Por que desapegar do que é valioso para nós? Obrigam-nos a abrir mão do que é precioso, simplesmente pela lei da impermanência de todas as coisas. Que lei é esta que nos traz tamanha dor? É como arrancar do ventre um filho concebido com imenso amor, enquanto é gestado com carinho, segurança e proteção. Desapegar quando ainda se ama é contrassenso, é estupidez. Por que limitar o amor a apenas uma pessoa se há qualidades e intensidades tantas deste sentimento? Tudo muda, é certo, tudo evolui, mas soltar das malhas do coração um objeto de amor, enquanto ainda existe o amor, é involução, é desperdício. Não compreendo aceitar a morte de um ente querido, admitindo que ele ainda viva no coração da gente, enquanto sentimos o coração sangrar, contrair de desespero, exatamente pela falta da presença com a qual nos habituamos por toda a vida e que nos foi arrancada de súbito. Não desapego mesmo, me agarro, esperneio, sofro, não solto aquilo que amo. E morro um pouco a cada vez que me desperta a saudade, a ausência do amor. Estou presa por querer estar, por ser bom estar, por não querer esquecer mesmo quem ainda me toca o sentimento e aviva a mente. Desapegar eu admito somente daquilo que já se esvaneceu, que aos poucos foi desbotando, passando, seguindo o caminho natural de transformação e aniquilamento. O desapego daquilo que vai se distanciando, apagando, diminuindo, saindo de nós, é consequência natural. Desapegar do que é vivo, permanente, agarrado a nós, fazendo mesmo parte de nosso ser, é violência, é desumanidade. Desapegar do amor presente é para os deuses e eu que sou humana, disso não sou capaz sem me esvair em dor e lamentação. Apegada, sim, por princípio (meio e fim). Até que me permita fazer incursões cada vez mais frequentes em minha porção divina.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Hamlet
Hamlet - William Shakespeare
Versão atualizada de Fernando Nunes.
Ótima iniciativa. Escrito visando leitores jovens que não têm muita facilidade com a obra clássica, difícil de ser entendida. Muito bem escrito. Mostra a peça numa linguagem coloquial, em cinco atos, conservando a densidade da obra. Importante para que os jovens conheçam sobre o que versa Hamlet e para que possam refletir sobre sua temática sempre atual.
Versão atualizada de Fernando Nunes.
Ótima iniciativa. Escrito visando leitores jovens que não têm muita facilidade com a obra clássica, difícil de ser entendida. Muito bem escrito. Mostra a peça numa linguagem coloquial, em cinco atos, conservando a densidade da obra. Importante para que os jovens conheçam sobre o que versa Hamlet e para que possam refletir sobre sua temática sempre atual.
domingo, 5 de abril de 2009
Nossos Olhos Inquisidores e Equivocados
Se o que vês é o reflexo de ti,
Apressa-te a corrigir as imagens
Que enxergas como horripilantes...
Lembra-te que o que captas
Desta ínfima fatia da realidade
É o que vai na tua alma,
Aquilo que, hoje, sabes de ti.
Cuida em ampliar teu olhar,
Acerca-te da verdade, abandona a ilusão,
Cresce, mergulha fundo na tua eternidade.
E descobre, enfim, que tu e os outros
São só perfeição.
Apressa-te a corrigir as imagens
Que enxergas como horripilantes...
Lembra-te que o que captas
Desta ínfima fatia da realidade
É o que vai na tua alma,
Aquilo que, hoje, sabes de ti.
Cuida em ampliar teu olhar,
Acerca-te da verdade, abandona a ilusão,
Cresce, mergulha fundo na tua eternidade.
E descobre, enfim, que tu e os outros
São só perfeição.
Vida Incondicional
Vida Incondicional - Deepak Chopra
Livro fantástico, maravilhoso, nos ajuda a ampliar a visão, usando relatos de Chopra, médico indiano, sobre casos de sua clínica analisados sob nova perspectiva, correlações com as descobertas da física quântica e análise de textos tradicionais indianos.
Basicamente nos esclarece sobre a noção de realidade como um campo de possibilidades do qual podemos participar, ou seja, mostra claramente que o que vivenciamos é aquilo no que acreditamos: nós fazemos a nossa realidade e podemos nos libertar do que nos mantém cativos.
E isto nos abre para outras formas de enxergar a vida, como, por exemplo, que nós somos capazes de tudo, na dependência do nosso nível de consciência. Se tudo é feito da mesma “substância” de que é feita nossa consciência, nós podemos, à medida que temos a capacidade de nos modificar, também mudar a realidade. Nosso nível de consciência é que diz se estamos presos à realidade local ou dominamos a realidade não local (se sintonizamos com a noção de campo de consciência), se a vontade de realizar desejos passou de atender aos nossos próprios desejos para atender aos desejos de todos.
Fica claro que a nossa mente, quando identificada com o “campo”, é capaz de criar qualquer realidade.
Se relacionarmos isto à saúde, vemos que assim como temos a capacidade de gerar um problema também estamos aptos a resolvê-lo, desde que estejamos identificados não com o eu local (o eu interior) e sim com o universal (o Eu) ou como afirma um poeta sufi: saímos do círculo do tempo e entramos no círculo do amor ou ainda, fazemos yoga (união).
sábado, 4 de abril de 2009
A Escolha é Sua
O tema aborto é muito complexo. Não há verdades absolutas. Tudo depende do ponto de vista. E não estamos aqui para julgar ninguém. Cabe a cada um de nós fazer nossas escolhas. Em relação ao aborto, cada um dos envolvidos está escolhendo sua atitude naquele momento: a mãe, o pai, a própria criança, cada membro das famílias envolvidas, o médico ou a pessoa que faz o procedimento, os amigos que opinam, ajudam ou se omitem, os que emitem os pareceres de qualquer religião, enfim, todos os envolvidos. Cada um está fazendo a sua escolha e estará assumindo as consequências dela. É a lei da vida. E tudo acontece exatamente como deve ser, dentro do plano geral.
O que me parece importante dizer é que cada mulher que em sua vida tiver que passar por esta experiência, ao fazer a escolha, pergunte ao seu coração, deixe que ele responda, porque só ele consegue traduzir o que diz o Eu de cada um de nós. E seja qual for a escolha feita, saiba compreendê-la dentro do seu contexto e, se mais tarde houver uma transformação no seu ponto de vista, não carregue uma culpa que nada irá acrescentar nem a você nem a ninguém, só prejudicando. Use o seu aprendizado para colaborar com outras pessoas que precisem também escolher, dando o testemunho da sua experiência, sem julgar, sem tentar impor as suas crenças, pois a escolha é individual sempre e deve ser respeitada. O que diz a justiça ou cada uma das religiões é só circunstancial. O que importa é seguir a sua verdade, o seu Eu interior.
O que me parece importante dizer é que cada mulher que em sua vida tiver que passar por esta experiência, ao fazer a escolha, pergunte ao seu coração, deixe que ele responda, porque só ele consegue traduzir o que diz o Eu de cada um de nós. E seja qual for a escolha feita, saiba compreendê-la dentro do seu contexto e, se mais tarde houver uma transformação no seu ponto de vista, não carregue uma culpa que nada irá acrescentar nem a você nem a ninguém, só prejudicando. Use o seu aprendizado para colaborar com outras pessoas que precisem também escolher, dando o testemunho da sua experiência, sem julgar, sem tentar impor as suas crenças, pois a escolha é individual sempre e deve ser respeitada. O que diz a justiça ou cada uma das religiões é só circunstancial. O que importa é seguir a sua verdade, o seu Eu interior.
O Que é Certo Escolher?
Deixe que falem
Ouça a consciência
Só ela sabe
Cabeça falha
Só sua alma sabe
Sintonize-se
Só o coração
Tem todas as respostas
É só perguntar
Ouça a consciência
Só ela sabe
Cabeça falha
Só sua alma sabe
Sintonize-se
Só o coração
Tem todas as respostas
É só perguntar
Tô Saindo de Fininho: Me Dei Mal...
Ana, sua implicante!
Dobre a língua, dê uma pausa.
Vá com calma, se me irrito,
Dou a volta num instante!
Inverto esta brincadeira calma,
Parto pra ignorância e xingo em negrito.
Cheguei com a melhor intenção,
Disposta a fazer brincadeira,
Pensei em ser bem recebida.
Foi a maior decepção
Ler a resposta rasteira
Dessa Samurai ensandecida.
Minha bandeira é da paz
Sou zen, não quero violência.
Mas covarde é a vovozinha!
Eu sou é mulher audaz
E se me ofendem, nem peço referência,
Largo o verbo e arraso nas entrelinhas.
E esse papo de possessão
Você é que dele bem entende,
Parece até mãe-de-santo...
Sai pra lá, estou com a razão!
E sou eu mesma quem responde.
Deixe a Raquel no seu canto!
Ela, como eu, é pelo amor!
Você é que toda abusada,
Adora criar confusão e partir pra luta.
Além de metida, tem o maior furor,
Traz de outras vidas a espada ensanguentada
E que pensa que por aqui só existe disputa.
Quietinha, coisa endiabrada!
Adoce com mel sua língua!
Levante o astral e peça desculpas.
Não vê que é coisa escusada
Só contenda, energia ruim que não finda?
Acho bom assumir sua culpa.
Não foi eu quem provocou,
Só queria mesmo era brincar,
E preencher a falta da Raquel.
Acabei levando toda a ira que sobrou.
Urubu albino... Dá pra aguentar?
Aguarde a Ninja, que eu tô voltando pro céu...
Mas antes preciso dizer que adorei suas respostas,
Rolei de rir, você é sem igual na briga.
Usou toda a munição que eu dei: garota, você é demais!
E agora aqui lhe faço uma singela proposta:
Raquel já está voltando, ela gosta desta lida
E eu louvo todo o seu valor, me retiro: agora só quero Paz...
Dobre a língua, dê uma pausa.
Vá com calma, se me irrito,
Dou a volta num instante!
Inverto esta brincadeira calma,
Parto pra ignorância e xingo em negrito.
Cheguei com a melhor intenção,
Disposta a fazer brincadeira,
Pensei em ser bem recebida.
Foi a maior decepção
Ler a resposta rasteira
Dessa Samurai ensandecida.
Minha bandeira é da paz
Sou zen, não quero violência.
Mas covarde é a vovozinha!
Eu sou é mulher audaz
E se me ofendem, nem peço referência,
Largo o verbo e arraso nas entrelinhas.
E esse papo de possessão
Você é que dele bem entende,
Parece até mãe-de-santo...
Sai pra lá, estou com a razão!
E sou eu mesma quem responde.
Deixe a Raquel no seu canto!
Ela, como eu, é pelo amor!
Você é que toda abusada,
Adora criar confusão e partir pra luta.
Além de metida, tem o maior furor,
Traz de outras vidas a espada ensanguentada
E que pensa que por aqui só existe disputa.
Quietinha, coisa endiabrada!
Adoce com mel sua língua!
Levante o astral e peça desculpas.
Não vê que é coisa escusada
Só contenda, energia ruim que não finda?
Acho bom assumir sua culpa.
Não foi eu quem provocou,
Só queria mesmo era brincar,
E preencher a falta da Raquel.
Acabei levando toda a ira que sobrou.
Urubu albino... Dá pra aguentar?
Aguarde a Ninja, que eu tô voltando pro céu...
Mas antes preciso dizer que adorei suas respostas,
Rolei de rir, você é sem igual na briga.
Usou toda a munição que eu dei: garota, você é demais!
E agora aqui lhe faço uma singela proposta:
Raquel já está voltando, ela gosta desta lida
E eu louvo todo o seu valor, me retiro: agora só quero Paz...
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Lei dos Teimosos
Depois de cair por sete vezes, levante-se bem rápido para a queda número oito. É a lei dos teimosos.
Estou Lendo...
Criando Prosperidade: a consciência da fartura no campo de todas as possibilidades - Deepak Chopra
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