A casa agora completamente vazia.
Reina o absoluto silêncio
Naquela moradia antes tão ruidosa.
Foram-se os móveis, os enfeites, as flores.
Os tapetes foram levados deixando nu o chão.
Não mais esvoaçam as cortinas.
Não há música nem vozes humanas.
E este silêncio berra nos meus ouvidos a dor.
A dor de um tempo perdido,
Tempo que não volta mais.
Dias e dias felizes
Com fatos importantes ou coisas banais.
A morte levou o pai, a avó e a mãe também.
Dissolveu-se a família e os anjos disseram amém.
Ficou somente a lembrança de tudo.
O coração abarrotado de recordações,
Tão cheio que inunda de pranto
As faces que contemplam a nova visão
Daquela que abrigou três lindas gerações,
Que viu crescer os filhos e netos.
E hoje, quando se foram para sempre,
É apenas uma casa vazia, repleta de emoções.
O silêncio traduz a perda, ficou no lugar das canções
Que se ouviam por ali naqueles temos bons.
Hoje, só o amor nos permite enxergar o que havia lá,
Já que, pros olhos da alma, não há tempo nem lugar.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Perigo e Redenção
Quando o poder se instala
Em mentes insanas ou mesquinhas,
Tudo é posto a perder,
É jardim tomado por ervas daninhas...
Que prazer pode existir
Em ver tudo desmoronar
E ainda, com gosto, contribuir
Para a saúde de todos deteriorar?
Como pode um diretor de hospital
Comportar-se como comandante de tropa?
Será que o infeliz nem desconfia
Que agindo assim vira motivo de troça?
Enquanto isso, nós, os funcionários,
Mentes criativas e livres, vamos aguardar,
Tentando não naufragar nesses mares temerários,
Certos de que, como tudo na vida, ele também passará.
Virá logo um dia claro,
A paz e a alegria vão retornar.
Porque, nessa dança da vida,
Depois de ir ao fundo, a ordem é de novo se elevar...
Em mentes insanas ou mesquinhas,
Tudo é posto a perder,
É jardim tomado por ervas daninhas...
Que prazer pode existir
Em ver tudo desmoronar
E ainda, com gosto, contribuir
Para a saúde de todos deteriorar?
Como pode um diretor de hospital
Comportar-se como comandante de tropa?
Será que o infeliz nem desconfia
Que agindo assim vira motivo de troça?
Enquanto isso, nós, os funcionários,
Mentes criativas e livres, vamos aguardar,
Tentando não naufragar nesses mares temerários,
Certos de que, como tudo na vida, ele também passará.
Virá logo um dia claro,
A paz e a alegria vão retornar.
Porque, nessa dança da vida,
Depois de ir ao fundo, a ordem é de novo se elevar...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Parabéns ao Duelos
Hoje é dia de festa...
Dia de comemorar
Faz um ano que o Duelos
Chegou aqui pra arrasar
Começou com pouca gente
Amigos que gostavam de escrever
Shintoni tomou a frente
E trabalha duro pra este blog manter
E o povo foi chegando
Convidados, curiosos e simpatizantes
Uns passaram e foram embora
A maioria virou amante
É um grupo heterogêneo
Tem de tudo neste lugar
O que nos une não é efêmero
Tenho certeza: jamais passará
É o gosto de expressar
O que vai na mente e no coração
Ainda que de forma singular
Mas todos juntos na mesma intenção
De expor suas ideias
Extravasar o sentimento, aliviar a indignação
De tecer belas peças com letrinhas
Compartilhar, divertir ou apenas criar porque é muito bom.
Dia de comemorar
Faz um ano que o Duelos
Chegou aqui pra arrasar
Começou com pouca gente
Amigos que gostavam de escrever
Shintoni tomou a frente
E trabalha duro pra este blog manter
E o povo foi chegando
Convidados, curiosos e simpatizantes
Uns passaram e foram embora
A maioria virou amante
É um grupo heterogêneo
Tem de tudo neste lugar
O que nos une não é efêmero
Tenho certeza: jamais passará
É o gosto de expressar
O que vai na mente e no coração
Ainda que de forma singular
Mas todos juntos na mesma intenção
De expor suas ideias
Extravasar o sentimento, aliviar a indignação
De tecer belas peças com letrinhas
Compartilhar, divertir ou apenas criar porque é muito bom.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Aquele Livro
Tantos livros foram importantes para mim que se tento destacar alguns me perco totalmente. É exatamente como ocorre com músicas. Passei a minha vida inteira cantando enquanto fazia outras coisas. Sempre tive ótima memória e aprendia as letras das canções com muita facilidade. Como as tarefas que eu fazia, tanto em casa quanto no trabalho me permitiam ficar sozinha por horas, eu aproveitava para cantar enquanto trabalhava. Cantava LP’s e depois CD’s inteiros sem me confundir com as letras. Mas hoje, se quero escolher músicas pra cantar, elas somem da minha mente. E acontece o mesmo com os livros que li, desde os seis anos, quando aprendi essa maravilhosa habilidade. Foram tantos que eu encontrei durante a minha vida! Tantos livros me marcaram, me modificaram, me esclareceram, me fizeram companhia, me desafiaram, me revoltaram com suas tramas verídicas, me encantaram, me seduziram, me permitiram descobertas e viagens incomparáveis.
Entretanto, quando desejo falar especialmente sobre algum deles, não consigo. Ou porque destacar algum é impossível ou porque são tantos igualmente significativos que ficaria escrevendo por muito tempo sobre eles e, nesse período, minha companheira inseparável tem sido a preguiça.
Descubro então que aquele livro para mim agora, é exatamente o que estou para ler, aquele que acaba de entrar no meu universo, que vai trazer o novo, que me acompanhará por um tempo, que representa a expectativa, mas ao mesmo tempo o momento presente.
Cada livro carrega em si um mundo de possibilidades. E o seu valor singular é ditado por uma série de características perceptíveis ou misteriosamente guardadas para serem desvendadas por cada leitor em especial no momento certo. E é exatamente isso que vai permitir que ele sobreviva para sempre (ou não) no escaninho da memória de cada de nós.
.Entretanto, quando desejo falar especialmente sobre algum deles, não consigo. Ou porque destacar algum é impossível ou porque são tantos igualmente significativos que ficaria escrevendo por muito tempo sobre eles e, nesse período, minha companheira inseparável tem sido a preguiça.
Descubro então que aquele livro para mim agora, é exatamente o que estou para ler, aquele que acaba de entrar no meu universo, que vai trazer o novo, que me acompanhará por um tempo, que representa a expectativa, mas ao mesmo tempo o momento presente.
Cada livro carrega em si um mundo de possibilidades. E o seu valor singular é ditado por uma série de características perceptíveis ou misteriosamente guardadas para serem desvendadas por cada leitor em especial no momento certo. E é exatamente isso que vai permitir que ele sobreviva para sempre (ou não) no escaninho da memória de cada de nós.
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Este post faz parte da blogagem coletiva de novembro do Duelos Literários: Aquele Livro...
Aquele Livro
Eu era adolescente e, nessa época, pegava para ler todo livro que aparecesse por perto. Na minha casa, não eram muitos. Mas havia uma oferta razoável. Foi quando surgiu “O Cortiço”, que eu devorei em poucas horas.
Até então, tudo que eu lera tinha uma atmosfera de sonho e encantamento. Figuras românticas passeavam por cenários deslumbrantes com personalidades idealizadas e, por isso mesmo, inverossímeis.
Então, ao começar a ler “O Cortiço”, tive um choque! Tudo era tão real, eu parecia conhecer aquelas personagens de carne e osso, com as suas vivências possíveis, seus dias tão perfeitamente dimensionados numa realidade tão próxima. E, a despeito da crueza da narrativa, havia a beleza da profundidade do olhar do autor. A identificação dos leitores com os sentimentos das personagens e suas experiências era certa.
Este livro me marcou profundamente e destaco como a passagem mais interessante, aquela que descreve a primeira menstruação da personagem Pombinha. Não é possível deixar de sentir o que ela vive, quase experimentando a nível corporal cada uma das imagens sugeridas. É pura sensação!
Eu me apaixonei por esse livro que para mim é o melhor representante do Realismo.
Quem ainda não leu, está perdendo uma experiência indescritível.
Até então, tudo que eu lera tinha uma atmosfera de sonho e encantamento. Figuras românticas passeavam por cenários deslumbrantes com personalidades idealizadas e, por isso mesmo, inverossímeis.
Então, ao começar a ler “O Cortiço”, tive um choque! Tudo era tão real, eu parecia conhecer aquelas personagens de carne e osso, com as suas vivências possíveis, seus dias tão perfeitamente dimensionados numa realidade tão próxima. E, a despeito da crueza da narrativa, havia a beleza da profundidade do olhar do autor. A identificação dos leitores com os sentimentos das personagens e suas experiências era certa.
Este livro me marcou profundamente e destaco como a passagem mais interessante, aquela que descreve a primeira menstruação da personagem Pombinha. Não é possível deixar de sentir o que ela vive, quase experimentando a nível corporal cada uma das imagens sugeridas. É pura sensação!
Eu me apaixonei por esse livro que para mim é o melhor representante do Realismo.
Quem ainda não leu, está perdendo uma experiência indescritível.
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Este post faz parte da blogagem coletiva de novembro do Duelos Literários: Aquele Livro...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Sobre a Ilusão do Poder
Por que deveria sentir-me responsável pelo sopro de alguns quando ninguém ouve meus estertores?
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Diagnóstico e Visão do Terapeuta
Fazer diagnósticos pode não ser tão simples quanto parece à primeira vista.
Quanto maior o conhecimento do profissional, maior a sua insatisfação no que se refere ao entendimento do que ocorre realmente com aquele que sofre e procura os seus serviços.
O dever do médico é aliviar o sofrimento, não resta a menor dúvida. Mas, a máxima de Hipócrates: “Primo non nocere”, pode ser interpretada sob diferentes ângulos, inclusive mostrar-se falha ao deixar de compreender o quadro na sua totalidade de expressão e significado.
Considerando que toda doença, quer se manifeste no plano físico ou psicológico, é resultante de um conflito, uma desarmonia no ser, é preciso atentar para as principais causas da doença, que se sobrepõem geralmente num mesmo quadro.
Além disso, deve-se observar que a doença não pode ser vista como inimiga, devendo, portanto, ser simplesmente reprimida e sim compreendida e superada pela expansão da consciência, através do entendimento das suas mensagens e sinalização do caminho a ser seguido na meta da evolução.
De maneira geral existem três principais causas de doença, do ponto de vista esotérico:
Causas cármicas (individual e coletivo): advindas de resquícios de vidas passadas, trazidas como sequelas ou fragilidades no corpo físico ou padrões psicológicos.
Causas psicológicas: advindas de acontecimentos da vida atual, presentes ou passados.
Causas evolutivas: pela necessidade de purificação, quando ocorre transferência de energia de um centro inferior para outro superior.
O objetivo do homem é expressar a sua verdadeira natureza que é espiritual, passando de um plano de expressão animal para o espiritual, ou seja, sutilizar-se. E nessa meta é auxiliado pela ocorrência de doenças e a forma como se relaciona com elas.
Como somos seres espirituais, estamos ligados a uma Mônada, existindo a Supra-consciência (o Si) que sabe exatamente o caminho que determinado homem deve seguir no seu plano de evolução naquela encarnação. Entretanto, nascemos sem total consciência de quem somos e, ao longo de nossa existência, vamos tendo oportunidades de ampliar a nossa consciência e sair do estado de satisfação dos desejos, movidos pelo sentido do prazer, para o estado do despertar da consciência, quando nos direcionamos para a meta que nos propomos antes de encarnar, cumprindo a nossa missão. Entretanto, se manifestamos e temos consciência somente do nosso limitado ego, vivendo apenas a auto-afirmação, não evoluiremos. É necessário primeiro se auto-afirmar para depois ir além, através da outra fase que é a expressão da individualidade, ouvindo o que nos diz a nossa Alma, entrando em contato com o Eu Superior que faz com que ampliemos os nossos objetivos, buscando a auto-realização, entendendo que agora, a simples afirmação do eu inferior (a personalidade) passou a ser um obstáculo à evolução. Essa fase é a do despertar do Si, a Supra-consciência, quando deve dominar a nossa natureza espiritual, com a auto-realização. Mas, para que isso ocorra, o homem deverá superar a desarmonia e os conflitos que aparecem decorrentes da transmutação de energias, à medida que cada chakra vai sendo energizado até a iluminação (salto quântico).
Diante de um paciente, é necessário fazermos o diagnóstico tradicional com a anamnese convencional, o exame clínico e a propedêutica necessária, incluindo todas as medidas diagnósticas mais sofisticadas e modernas para cada caso.
Entretanto, é preciso sempre ir além, buscando o significado profundo da doença, a mensagem que ela encerra para integrá-la na vida daquele paciente, permitindo que ele possa evoluir e, assim, não precisar mais daquela doença, caminhando rumo à verdadeira cura e não fazendo simplesmente a supressão de sintomas que é o que se faz mais comumente.
Para isso, há que se ter conhecimentos esotéricos que possibilitem o entendimento daquele quadro de um ponto de vista espiritual.
A abordagem será então de forma heterodoxa, com homeopatia, acupuntura, astrologia, numerologia, radiestesia, terapia de regressão às vidas passadas e outras ciências esotéricas. Ou então o próprio paciente buscará, através do auto-conhecimento, completar o trabalho do médico.
Somente com esse entendimento mais abrangente do adoecer, poderemos ajudar o paciente a buscar a cura verdadeira, identificando inclusive se aquela doença representa na verdade, um momento de sua vida em que ele está sendo chamado a evoluir, com ou sem consciência e em que está havendo transferência de energias de um chakra inferior para um superior, o que está provocando aquela desarmonia (doença).
Ainda, nos casos em que a origem é psicológica, a compreensão da natureza da pessoa utilizando mapas astrológicos, numerológicos ou quaisquer outras formas de avaliação mais profunda serão de grande utilidade no atendimento.
Por outro lado, a identificação de padrões comportamentais que se originaram em vidas passadas e que são responsáveis por patologias presentes na vida atual, assim como marcas presentes no corpo astral, decorrentes de sequelas de doenças ou acidentes de outras vidas e que foram trazidas para esta encarnação são indispensáveis para a solução de casos de difícil diagnóstico e tratamento.
Ou seja, quanto mais sabemos, mais devemos buscar, aprofundando não só o diagnóstico, mas também ampliando a nossa forma de atuação na cura. E, acima de tudo, admitindo que ninguém tem todas as respostas, que sempre há o que aprender para compreender mais e que julgar e emitir opiniões sobre o que não se estudou, por simples preconceito e intolerância é o maior empecilho ao desenvolvimento científico.
Quanto maior o conhecimento do profissional, maior a sua insatisfação no que se refere ao entendimento do que ocorre realmente com aquele que sofre e procura os seus serviços.
O dever do médico é aliviar o sofrimento, não resta a menor dúvida. Mas, a máxima de Hipócrates: “Primo non nocere”, pode ser interpretada sob diferentes ângulos, inclusive mostrar-se falha ao deixar de compreender o quadro na sua totalidade de expressão e significado.
Considerando que toda doença, quer se manifeste no plano físico ou psicológico, é resultante de um conflito, uma desarmonia no ser, é preciso atentar para as principais causas da doença, que se sobrepõem geralmente num mesmo quadro.
Além disso, deve-se observar que a doença não pode ser vista como inimiga, devendo, portanto, ser simplesmente reprimida e sim compreendida e superada pela expansão da consciência, através do entendimento das suas mensagens e sinalização do caminho a ser seguido na meta da evolução.
De maneira geral existem três principais causas de doença, do ponto de vista esotérico:
Causas cármicas (individual e coletivo): advindas de resquícios de vidas passadas, trazidas como sequelas ou fragilidades no corpo físico ou padrões psicológicos.
Causas psicológicas: advindas de acontecimentos da vida atual, presentes ou passados.
Causas evolutivas: pela necessidade de purificação, quando ocorre transferência de energia de um centro inferior para outro superior.
O objetivo do homem é expressar a sua verdadeira natureza que é espiritual, passando de um plano de expressão animal para o espiritual, ou seja, sutilizar-se. E nessa meta é auxiliado pela ocorrência de doenças e a forma como se relaciona com elas.
Como somos seres espirituais, estamos ligados a uma Mônada, existindo a Supra-consciência (o Si) que sabe exatamente o caminho que determinado homem deve seguir no seu plano de evolução naquela encarnação. Entretanto, nascemos sem total consciência de quem somos e, ao longo de nossa existência, vamos tendo oportunidades de ampliar a nossa consciência e sair do estado de satisfação dos desejos, movidos pelo sentido do prazer, para o estado do despertar da consciência, quando nos direcionamos para a meta que nos propomos antes de encarnar, cumprindo a nossa missão. Entretanto, se manifestamos e temos consciência somente do nosso limitado ego, vivendo apenas a auto-afirmação, não evoluiremos. É necessário primeiro se auto-afirmar para depois ir além, através da outra fase que é a expressão da individualidade, ouvindo o que nos diz a nossa Alma, entrando em contato com o Eu Superior que faz com que ampliemos os nossos objetivos, buscando a auto-realização, entendendo que agora, a simples afirmação do eu inferior (a personalidade) passou a ser um obstáculo à evolução. Essa fase é a do despertar do Si, a Supra-consciência, quando deve dominar a nossa natureza espiritual, com a auto-realização. Mas, para que isso ocorra, o homem deverá superar a desarmonia e os conflitos que aparecem decorrentes da transmutação de energias, à medida que cada chakra vai sendo energizado até a iluminação (salto quântico).
Diante de um paciente, é necessário fazermos o diagnóstico tradicional com a anamnese convencional, o exame clínico e a propedêutica necessária, incluindo todas as medidas diagnósticas mais sofisticadas e modernas para cada caso.
Entretanto, é preciso sempre ir além, buscando o significado profundo da doença, a mensagem que ela encerra para integrá-la na vida daquele paciente, permitindo que ele possa evoluir e, assim, não precisar mais daquela doença, caminhando rumo à verdadeira cura e não fazendo simplesmente a supressão de sintomas que é o que se faz mais comumente.
Para isso, há que se ter conhecimentos esotéricos que possibilitem o entendimento daquele quadro de um ponto de vista espiritual.
A abordagem será então de forma heterodoxa, com homeopatia, acupuntura, astrologia, numerologia, radiestesia, terapia de regressão às vidas passadas e outras ciências esotéricas. Ou então o próprio paciente buscará, através do auto-conhecimento, completar o trabalho do médico.
Somente com esse entendimento mais abrangente do adoecer, poderemos ajudar o paciente a buscar a cura verdadeira, identificando inclusive se aquela doença representa na verdade, um momento de sua vida em que ele está sendo chamado a evoluir, com ou sem consciência e em que está havendo transferência de energias de um chakra inferior para um superior, o que está provocando aquela desarmonia (doença).
Ainda, nos casos em que a origem é psicológica, a compreensão da natureza da pessoa utilizando mapas astrológicos, numerológicos ou quaisquer outras formas de avaliação mais profunda serão de grande utilidade no atendimento.
Por outro lado, a identificação de padrões comportamentais que se originaram em vidas passadas e que são responsáveis por patologias presentes na vida atual, assim como marcas presentes no corpo astral, decorrentes de sequelas de doenças ou acidentes de outras vidas e que foram trazidas para esta encarnação são indispensáveis para a solução de casos de difícil diagnóstico e tratamento.
Ou seja, quanto mais sabemos, mais devemos buscar, aprofundando não só o diagnóstico, mas também ampliando a nossa forma de atuação na cura. E, acima de tudo, admitindo que ninguém tem todas as respostas, que sempre há o que aprender para compreender mais e que julgar e emitir opiniões sobre o que não se estudou, por simples preconceito e intolerância é o maior empecilho ao desenvolvimento científico.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Consciência
Estou só nesta masmorra.
Tudo é cinza, frio e sem vida.
Não encontro nada que me toque.
Minha emoção está congelada.
Espero o fluir das horas até a libertação.
Meu corpo cheio de vida reage e sofre.
Impossível negar a vida, unicamente porque assim deve ser.
Tento, desesperadamente, escapar dessa opressão.
Meus ouvidos tapam e zunem para não ouvir.
Meu corpo se arma e não permite a circulação de energia.
Preciso me proteger de mim mesma.
É necessário paralisar as reações.
Nesse momento, elas me são prejudiciais.
Devo boiar no lago como folha seca caída.
Levada pela brisa, eu vou certamente para um lugar melhor.
Prevejo as mudanças.
Nessa manhã, enquanto vinha para a prisão,
Soprava um vento de transformação.
Estou amparada pelos seres de luz.
Não posso me identificar com a escória.
Macieiras só podem oferecer maçãs...
Tudo é cinza, frio e sem vida.
Não encontro nada que me toque.
Minha emoção está congelada.
Espero o fluir das horas até a libertação.
Meu corpo cheio de vida reage e sofre.
Impossível negar a vida, unicamente porque assim deve ser.
Tento, desesperadamente, escapar dessa opressão.
Meus ouvidos tapam e zunem para não ouvir.
Meu corpo se arma e não permite a circulação de energia.
Preciso me proteger de mim mesma.
É necessário paralisar as reações.
Nesse momento, elas me são prejudiciais.
Devo boiar no lago como folha seca caída.
Levada pela brisa, eu vou certamente para um lugar melhor.
Prevejo as mudanças.
Nessa manhã, enquanto vinha para a prisão,
Soprava um vento de transformação.
Estou amparada pelos seres de luz.
Não posso me identificar com a escória.
Macieiras só podem oferecer maçãs...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Sensatez
Sou sozinha, sou sensata.
Todos sabem: sou feliz.
É que estou apaixonada por mim mesma.
Do engodo do amor escapei por um triz.
Todos sabem: sou feliz.
É que estou apaixonada por mim mesma.
Do engodo do amor escapei por um triz.
domingo, 22 de novembro de 2009
Perdidamente apaixonada
Vale das sombras,
Poço sem fundo,
Manto negro protetor.
Serão misérias, recortes de vida
Ou momentos plenos de terror?
Mas se olhados bem de perto,
Refletem simplesmente o tal do amor.
Poço sem fundo,
Manto negro protetor.
Serão misérias, recortes de vida
Ou momentos plenos de terror?
Mas se olhados bem de perto,
Refletem simplesmente o tal do amor.
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