domingo, 15 de março de 2009

Mãe Terra: a ação do campo energético da Terra sobre os seres vivos

Mãe Terra: a ação do campo energético da Terra sobre os seres vivos - Mellie Uyldert

Este livro extraordinário chama atenção para o fato hoje incontestável de ver a Terra como um organismo vivo que sente e reage.
Mostra que como corpo vivo a Terra recebe e emite energia, que há locais onde o entroncamento de linhas de força gera radiação que produz um acréscimo de energia que pode ser sentida e medida.
Lembra que os animais reagem a estes campos energéticos naturalmente.
Registra que se verificou que locais sagrados foram construídos, no passado, exatamente sobre estes pontos de força.
A pesquisa feita pela autora mostra, ainda, a relação destas fontes de energia com a presença de monumentos, pedras colocadas sobre pedras, cavernas... e como este conhecimento do passado pode ser usado para beneficiar os seres vivos, trazendo-lhes fontes naturais de energia.
Assinala, ainda, os princípios de Feng-shui e deixa claro que, se o homem enxergar os padrões energéticos de todos os seres vivos e inanimados e da própria Terra, sabendo respeitá-los, só terá benefícios. Caso contrário, a Terra reagirá cada vez mais com terremotos, maremotos e outras catástrofes naturais, como bem mostram as alterações climáticas tão frequentes hoje.

Apenas Juntando Letrinhas

Se por falta de tereré
Hoje não escrevo nadinha
Dou meu jeito, não perco a linha
Escrevo qualquer coisinha
Sigo meu trem de letrinhas
Escrevendo, indo em frente
Alegrando tanta gente

Cantigas

Para mim são canções que vão além...
Além do tempo, das pessoas, dos significados.
Talvez morem no astral
E, por isso mesmo, falem ao coração da gente
E atravessem gerações.

Tédio

Tédio é morte:
Sossego da mesmice
De nada tentar.

Manhã

A passarada
Cantarola de manhã.
Bem-te-vi, te vi.

Transição para o Despertar

Se hoje passeia meu olhar
Sem muito interesse pelo que vê,
É que agora busca mais...
Sem desejo, experimento o Ser.

E se algumas vezes eu duvido
E penso que deprimida estou,
Vem a alma paciente e me explica
O tanto ingênua que ainda sou.

Pois que viver alucinadamente,
Envolvendo-se em muitas opções,
Nada tem de muito equilibrado,
Serve apenas para criar tensões.

Chega um dia em que a maturidade vem
E de repente temos um clarão...
O que parecia nossa própria natureza
Era só uma completa ilusão.

Pois quando o olhar se volta para dentro
Só encontra calma e perfeição.
Não existe um mínimo desejo,
É puro êxtase: a real expansão.

Mas eu me encontro antes da chegada
E tantas vezes reluto em aceitar.
Eu me debato, entristeço, desanimo,
Penso que agora começo a definhar.

Nada disso: há que termos confiança
Que é nos momentos desta transição
Que precisamos contar com a criança
Que ainda mora no nosso coração.

Será ela que irá nos socorrer,
Deixar-nos soltos, leves, sem temer,
Enquanto aguarda, sorrindo,
Calma no seu canto
O despertar da alma plena,
O êxtase, o seu alvorecer.

Medo

Noite fechada,
Tudo soa estranho.
Ai! Dá um medo!

Despedida

Partida certa...
Devo então aprender
A curar dores

Mãe

Esperança lã
Que aquece corações
É amor de mãe

Ó, Dúvida Cruel!

Luz fugidia:
Alma do outro mundo?
Estrela guia?